A praia de Porto de Galinhas fica localizada no município de Ipojuca, a 53 km de Recife, lá ficamos na Pousada Coruja. Para seu acesso, tínhamos que vencer um longo caminho de pedregulhos e poças d’água, rs! Mas a pousada é linda e tem uma estrutura maravilhosa.
Porto de Galinhas, segundo contam, tem seu nome em razão de um fato de sua história passada; servia como porto clandestino para desembarque de escravos ilegais, escondidos atrás da carga de galinhas, sendo assim anunciado como uma espécie de código, pelos contrabandistas: "Chegaram as galinhas d'Angola!". (fato vergonhoso de ser aclamado, humor trágico, é triste!). Então hoje, Porto.. de Galinhas.
É chamada simplesmente de Porto pelos seus freqüentadores. Agitada, lugar comum (ou um não lugar, igual à Jericoacoara, Canoa Quebrada, Arraial d’Ajuda) e sem piscinas naturais! Não vi nada, nem um pedaço do mapa do Brasil que insistentemente o Guia nos fazia procurar ver (só um gordinho com cara de japonês que se jogava na água, com esnoquel na tentativa de ver peixinho e o bendito mapa! Era uma graça, ele se jogava onde os guias apontavam, e saia “engatinhando” de bruços na água. rimos muito da situação). Minha paciência acabou quando percebi que realmente a maré estava muito alta, que muitos turistas estavam aterrorizados com medo de descer da jangada. (uma total irresponsabilidade dos organizadores do passeio). O vento estava forte e as piscinas naturais, um mergulho ao afogamento (não me sinto muito habilitada com a natação). Ao final, gerou um papo sério (às vezes tento relaxar, mas minha profissão sempre me faz ver tudo com olho crítico e analítico). Dei uma bronca no guia(-pescador?); falei da propaganda enganosa (não havia condições ambientais para executar o passeio, com o mesmo foco), e que ele visou apenas o lucro, não foi pensado na segurança e no prazer do turista. Sem contar o boca-a-boca negativo. (claro que ele na gostou nenhum um pouco, tampouco se arrependeu). Enfim, esse não é o tipo de Turismo que desejo ver por aí.
O diferencial de Porto é seu símbolo, vendida e observada através das vitrines: a galinha! de todas as cores, formas, texturas, materiais. (comprei várias). Tenho uma observação a fazer, acho que não deveriam servir galinha em seus cardápios. Afinal, coitada da galinha, é utilizada mercadologicamente, mas não lhe poupam a vida. (lembrei de um conto da Clarisse Lispector, que se não me falha a memória a galinha acabou na panela) rs! muito bom! (ops! o conto, claro!)Vamos então às imagens.
Porto de Galinhas, segundo contam, tem seu nome em razão de um fato de sua história passada; servia como porto clandestino para desembarque de escravos ilegais, escondidos atrás da carga de galinhas, sendo assim anunciado como uma espécie de código, pelos contrabandistas: "Chegaram as galinhas d'Angola!". (fato vergonhoso de ser aclamado, humor trágico, é triste!). Então hoje, Porto.. de Galinhas.
É chamada simplesmente de Porto pelos seus freqüentadores. Agitada, lugar comum (ou um não lugar, igual à Jericoacoara, Canoa Quebrada, Arraial d’Ajuda) e sem piscinas naturais! Não vi nada, nem um pedaço do mapa do Brasil que insistentemente o Guia nos fazia procurar ver (só um gordinho com cara de japonês que se jogava na água, com esnoquel na tentativa de ver peixinho e o bendito mapa! Era uma graça, ele se jogava onde os guias apontavam, e saia “engatinhando” de bruços na água. rimos muito da situação). Minha paciência acabou quando percebi que realmente a maré estava muito alta, que muitos turistas estavam aterrorizados com medo de descer da jangada. (uma total irresponsabilidade dos organizadores do passeio). O vento estava forte e as piscinas naturais, um mergulho ao afogamento (não me sinto muito habilitada com a natação). Ao final, gerou um papo sério (às vezes tento relaxar, mas minha profissão sempre me faz ver tudo com olho crítico e analítico). Dei uma bronca no guia(-pescador?); falei da propaganda enganosa (não havia condições ambientais para executar o passeio, com o mesmo foco), e que ele visou apenas o lucro, não foi pensado na segurança e no prazer do turista. Sem contar o boca-a-boca negativo. (claro que ele na gostou nenhum um pouco, tampouco se arrependeu). Enfim, esse não é o tipo de Turismo que desejo ver por aí.
O diferencial de Porto é seu símbolo, vendida e observada através das vitrines: a galinha! de todas as cores, formas, texturas, materiais. (comprei várias). Tenho uma observação a fazer, acho que não deveriam servir galinha em seus cardápios. Afinal, coitada da galinha, é utilizada mercadologicamente, mas não lhe poupam a vida. (lembrei de um conto da Clarisse Lispector, que se não me falha a memória a galinha acabou na panela) rs! muito bom! (ops! o conto, claro!)Vamos então às imagens.

Nenhum comentário:
Postar um comentário