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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

tácito vazio

Uma corda me puxou
Desta vez não foi nada fácil de se explicar
Tudo muito rápido e talvez bem demarcado (o laço)
Por que não dizer bem tramado?
Não sabia o tamanho ou a intenção de tal enlace,
A perfeita covardia
Apenas sentia o encanto imposto pela velocidade
E a animação de “valores” e sorrisos e mansidão “bem” intencionada
Ora, na verdade eram cem mentiras de conversas.
Neste instante minhas palavras executam
Enquanto queima o desapontamento
Fui à quase insensatez
E em jogo, na verdade, estava o meu doce
Único e eterno
Que a luz me trouxe e me traz.
Pairou o pensamento infestado de dúvidas
Fabricação de verdades e mentiras
Ou seria divulgação de verdades e mentiras?
Se há lições a serem aprendidas
Prefiro manter a longas milhas
Novos cordeiros com alma de lobos
Tudo, menos minha alma!
Impotência pelo sentimento do engano
E o sentimento de uso, e de ter sido veículo.
E nesse jogo, o cavalo
Audaz
Entregue a liberdade dos ventos
Não percebeu a corda e o enlace
E quase sacrificado em razão do grande jogo,
E o rei em posição, dá o xeque-mate.
E sem jogos e sem espreita
Sem reis, sem rainhas e sem cavalos
Eu executo e saio do enlace
Onde existe uma razão e uma suavidade
... Sem tramas,
Não há truques.

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