As aulas retomaram, o semestre 2008.2 começou.
Tudo gira em torno da educação: Meu pensar, meus projetos, meu trabalho, meu lazer.
Queria fazer bem mais por meus alunos! e por mim.
Gostaria de contribuir para uma mudança na qualificação de um turismo mais responsável, contribuir para uma educação mais edificante neste país.
Meus colegas sorriam... Não posso mudar o mundo, nem lutar contra a máquina do poder. e do turismo? Mais ainda!
Eu calo; não sei se por frustração ou por não querer contaminar-me com as críticas "preventivas" e não alongar-me nas conversas.
Confesso que tenho muitas reservas sobre a área abraçada (aqui sem aprofundar-me). No entanto, ainda sinto, penso e ministro minhas aulas com entusiasmo.
O Quadro Branco me espera a cada dia para tentar provocar novas e pequenas reflexões, mudanças de posturas e perspectivas de alguns.
Hoje, na primeira reunião do semestre na faculdade, uma conferência sobre multidisciplinaridade. Bem que eu tento caro colega! Ir além: no meu quadro branco, na minha fala, em meus pensamentos docentes, em minhas atividades avaliativas para meus alunos.. aventurando-me em outras áreas do conhecimento, buscando idéias de outras escolas acadêmicas; ponto a ponto, buscando as interligações.
Hoje, as dificuldades encontradas são bem grandes. Às vezes o quadro se torna negro: o próprio aluno não quer a revolução, quer apenas o preto ou branco, e não o colorido; quer o sim ou o não, e não o talvez; quer sempre o caminho mais curto.
Às vezes desgasta. Devo comungar com o quadro negro e “é assim mesmo, não tem mais jeito!”?
Tudo gira em torno da educação: Meu pensar, meus projetos, meu trabalho, meu lazer.
Queria fazer bem mais por meus alunos! e por mim.
Gostaria de contribuir para uma mudança na qualificação de um turismo mais responsável, contribuir para uma educação mais edificante neste país.
Meus colegas sorriam... Não posso mudar o mundo, nem lutar contra a máquina do poder. e do turismo? Mais ainda!
Eu calo; não sei se por frustração ou por não querer contaminar-me com as críticas "preventivas" e não alongar-me nas conversas.
Confesso que tenho muitas reservas sobre a área abraçada (aqui sem aprofundar-me). No entanto, ainda sinto, penso e ministro minhas aulas com entusiasmo.
O Quadro Branco me espera a cada dia para tentar provocar novas e pequenas reflexões, mudanças de posturas e perspectivas de alguns.
Hoje, na primeira reunião do semestre na faculdade, uma conferência sobre multidisciplinaridade. Bem que eu tento caro colega! Ir além: no meu quadro branco, na minha fala, em meus pensamentos docentes, em minhas atividades avaliativas para meus alunos.. aventurando-me em outras áreas do conhecimento, buscando idéias de outras escolas acadêmicas; ponto a ponto, buscando as interligações.
Hoje, as dificuldades encontradas são bem grandes. Às vezes o quadro se torna negro: o próprio aluno não quer a revolução, quer apenas o preto ou branco, e não o colorido; quer o sim ou o não, e não o talvez; quer sempre o caminho mais curto.
Às vezes desgasta. Devo comungar com o quadro negro e “é assim mesmo, não tem mais jeito!”?
O quadro é branco! Tenho uma missão.

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